2009 fevereiro | GPS Insano

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Gustavo Ribeiro

GPS Insano

Curiosidades e bizarrices do mundo da navegação e da localização pessoal

Booooom!! Uma bomba no vizinho sobra pra mim?

Por: Gustavo Ribeiro, em 27 de fevereiro, 2009 - 11:47 am

Vai dizer que você nunca quis explodir alguém? Aquela raiva subindo e uma vontade louca de mandar aquela criatura para os ares! Pois é, e tem gente que leva isso ao extremo, e acaba sobrando para todo mundo.

A premissa é a seguinte: se você explodir alguém, o que aconteceria com as pessoas que estão em volta? Explodiriam também ou sairiam ilesos?

Um aplicativo simples desenvolvido para o Google Maps pode responder isso. Claro, de um jeito mais traumático e muito mais trágico e explosivo! O aplicativo mostra como um determinado lugar pode ser afetado em caso de explosão. Sim, claro, são explosões de verdade, bombas nucleares e até mesmo asteróide.

O negócio é ver se caso uma bomba dessas caia perto da sua casa, você será explodido junto ou tem alguma chance de sobreviver ao impacto. É algo meio neurótico e meio de louco, mas até que chega a ser interessante.

O Ground Zero foi desenvolvido pelo Carlos Labs - uma empresa australiana - e só isso mesmo. É para saber a extensão do desastre em caso de explosão.

Na imagem está uma simulação da extensão dos danos causados por uma bomba similar àquela que foi lançada em Hiroshima, em 1945, na cidade de São Paulo.

Clique aqui e acesse o site do Ground Zero e faça mais simulações. Triste mesmo é o impacto de asteróide. Não sobre nada.

Dispositivos portáteis criativos… Aí sim!

Por: Gustavo Ribeiro, em 26 de fevereiro, 2009 - 5:58 pm

Eu acho bastante interessante a criatividade de algumas pessoas para tornarem mais divertidos os dispositivos que usamos no nosso dia-a-dia. Então, todos os pendrives, mouses, webcams, teclados, telefones, que sejam diferentes, eu fico interessado.

Dessa vez, o post de fato não tem nada a ver com localização. Mas vai para a parte bizarra e divertida do mundo da tecnologia. Apesar que tem a ver com navegação. Mas enfim, claro, eu não acho bizarro, mas tem gente que vai falar que é inútil, desecessário, tosco, brega, etc.. Tudo bem, tudo bem, eu entendo.

Mas de qualquer forma, vou colocar aqui dois produtos que gostei. Claro, o fato de ser um apaixonado por aviação, é que torna para mim esses dispositivos interessantes.

Mouse USB em forma de aviãoO primeiro é um mouse em formato de avião. Vejam só, é um mouse pequeno como qualquer outro para ser utilizado com laptops. O produto se conecta ao computador via USB e pesa apenas 45 gramas.

O cabo é retrátil e se estende por até 72 cm. O preço do brinquedinho é 14 dólares, e pode ser adquirido na Gadget4all.

Nem preciso falar, mas é uma boa dica para quem precisa viajar e levar um mouse portátil na bagagem. Mas sim, percebi que deve-se tomar cuidado, afinal essas asas nada aerodinâmicas podem quebrar facilmente.

Pendrive em formato de aviãoE agora partimos do mouse para o pendrive. Pois é, todo mundo usa pendrive hoje, afinal é uma forma extremamente fácil de transferir arquivos. Pois bem, por que não ter um desses em forma de avião?

Vai dizer que não é original? Pois então, esse pendrive tem 8 Gb e é só isso mesmo, só armazena arquivos. Nada mais, nada de GPS, Wi-Fi, etc..

Até que o preço é bom para quem gosta dessas tecnologias criativas. Custa 18,63 euros na Chinavision. E quem quiser trazer mais de dez unidades, o preço vai caindo.

Tá, é meio brega para quem não gosta de aviação. Mas o seu filho mais novo com certeza vai gostar.

Imagens: Gadgets4all e Divulgação

Que Atlântida que nada!

Por: Gustavo Ribeiro, em 25 de fevereiro, 2009 - 4:40 pm

Desde o lançamento da versão 5.0 do Google Earth, com o novo Google Ocean, muita gente se aventurou pelos mares afora em busca de tesouros e as bizarrices mais sem pé nem cabeça. E claro, sempre tem aqueles que levam as coisas a sério demais.

Semana passada disseram por aí que o Google Ocean enfim achou a cidade perdida de Atlântida. Isso mesmo, aquela cidade que ninguém sabe se existiu, e que não acharam até hoje.

Para quem não viu, abaixo está a cidade de Atlântida. Em todo caso, as coordenadas geográficas são 31 15′15.53N 24 15′30.53W, e fica na costa oeste da África, relativamente próxima às Ilhas Canárias.

Cidade de Atlântida no Google Ocean

Mas claro, alguma alma tinha que explicar o que de fato essas linhas são. Pois bem, o próprio Google buscou uma explicação. E é o seguinte: essas marcas são as chamadas "trilhas de barcos".

Quando os oceanos são mapeados, diversas tecnologias são utilizadas, inclusive àquelas a bordo de barcos específicos. Após a captura e sobreposição dos dados, as informaçoes obtidas pelos barcos se apresentam 1% mais profundas nas imagens. Ou seja, por onde o barco passou, tem uma marca.

E é justamente isso que aconteceu nesse caso. Nada de Atlântida, nada de aliens ou coisa do tipo. Somente imaginação fértil.

Isso até me lembrou um jogo do tipo adventure para computador da Lucas Arts chamado Indiana Jones and the Fate of Atlatins, lançado em 1992. Fiquei trocentas horas no jogo lá procurando Altântida com o Indiana. Não poderia ser tão fácil assim, vendo só no Google Earth.

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