2009 março | GPS Insano

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Gustavo Ribeiro

GPS Insano

Curiosidades e bizarrices do mundo da navegação e da localização pessoal

Cuidado com o Google Street View

Por: Gustavo Ribeiro, em 31 de março, 2009 - 3:09 pm

O lançamento da ferramenta Street View no Reino Unido está dando o que falar. De cara apareceram casos de pessoas na rua fazendo xixi, batendo em outras, fumando em local proibido, e mesmo abuso sexual, ou seja, só coisa ruim.

Não sei o que acontece com os britânicos, porque em todos os outros países não teve nada disso, pelo menos não nessa escala. As discussões normalmente pairavam em questão de privacidade, mas não chegava a situações de abuso sexual.

Mas enfim, o que está circulando agora é o caso de uma mulher que pediu o divórcio para o marido porque viu o carro dele estacionado na frente da casa de uma amiga. E detalhe, ela descobriu isso vendo pelo Google Street View.

E com esse caso, outros apareceram. O advogado da mulher que está pedindo divórcio comentou que outros advogados também estão recebendo clientes com o mesmo tipo de situação.

Ou seja, ou o Google Street View é coisa do mal mesmo, ou os britânicos perderam a noção de convívio social.

Seja lá o que for, é bom tomar cuidado se por acaso um carro do Google passar na sua frente. O jeito é fechar a cara e não fazer nada que comprometa.

Tá apertado?… iPhone… Que alívio!

Por: Gustavo Ribeiro, em 26 de março, 2009 - 10:49 am

Já aviso que este post pode parecer um pouco escatológico, mas garanto que é de utilidade pública.

Quem nunca passou pela terrível situação de estar com vontade de ir ao banheiro, mas não conseguir encontrar um local adequado para, digamos, aliviar-se?

O suor e o medo vão tomando conta de nós nessas situações. E tem gente que com certeza já passou por isso e teve a ideia de dar um alento a todos aqueles que precisam de um banheiro urgentemente.

Existem três ferramentas bastante interessantes que ajudam nesses casos. E como ajudam.

Localizador de banheiros

O primeiro é o SitOrSquat, que é um site que coloca no mapa mais de 52 mil banheiros públicos em mais de dez países. E claro, é possível saber as condições dos banheiros, registradas pelos próprios usuários.

E o melhor do SitOrSquat é que também é um aplicativo para iPhone e BlackBerry. Então, se a pessoa ficou apertada, abre o aplicativo no celular, e com o GPS mostrará o banheiro mais próximo.

Na sequência temos o MizPee, que também é um localizador de banheiros, mas dedicado para as mulheres. Este atua exclusivamente nos Estados Unidos e Europa, mas não trabalha com aplicativo próprio para celular. Mesmo assim, é possível acessar o site via WAP e receber SMS de banheiros mais próximos.

Por fim tem o Diaroogle – uma pequena brincadeira com a diarreia e o Google (ótimo!) - que só tem cadastros de banheiros em Nova York, San Francisco e Londres. E esse pessoal do Diaroogle não tem papas na língua, e não têm vergonha de usar palavras como diarreia, privada e cocô.

O Diaroogle também tem um aplicativo para iPhone, então na hora do aperto. E ainda é possível sugerir e acrescentar novos banheiros nas três cidades que são cobertas.

Infelizmente não há muitos registros de banheiros no Brasil. Somente cinco locais foram acrescentados: dois em São Paulo e três no Rio de Janeiro.

Enfim, agora todos já sabem. Apertou? Corre para o iPhone e procura um banheiro!

Imagem: Flickr Creative Commons

Rastreamento de lagostas… Era só o que faltava!

Por: Gustavo Ribeiro, em 25 de março, 2009 - 10:36 am

Já escutamos sobre rastreamento de carros, motos, caminhões, pessoas, cachorros e bois. Mas rastreamento de lagosta realmente é uma coisa nova.

Lagosta com GPSClaro, ninguém vai instalar um receptor GPS e transmissor numa lagosta, era só o que faltava. Na verdade são sensores para monitorar mudanças de temperatura nos oceanos. Deixa eu explicar melhor.

Para pescar lagostas, usam-se armadilhas. Mas não é sempre fácil saber onde estão as lagostas, ou seja, é basicamente na sorte. As lagostas estão sempre em lugares com uma temperatura adequada, e se movimentam de acordo com isso.

Então, sabendo a temperatura de determinado lugar no oceano, é mais provável encontrar as lagostas.

E é isso que a organização eMOLT (Monitoramento Ambiental de Armadilhas de Lagostas) quer fazer. Claro, ela não quer pescar as lagostas, mas sim estudar as mudanças de temperatura na água e a movimentação das lagostas.

Mas no fim das contas, o pescador poderá ter informações de onde há mais probabilidade de encontrar as lagostas. E melhorar a pesca. E ao mesmo tempo, o ambiente marinho é estudado.

Que coisa bonita!

Imagem: Flickr Creative Commons

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